João Calvino, reformador, combateu os erros em relação ao
Natal. Mas não o Natal em si.
Diz Calvino: “Antes da minha chamada à cidade [Genebra],
eles não tinham nenhuma festa exceto no dia do Senhor. Desde então eu tenho
procurado moderação afim de que o nascimento de Cristo seja celebrado”.[1]
Em outro trecho ele escreve: “Quanto ao restante, meus escritos testemunham os meus sentimentos nesses pontos, pois neles declaro que uma igreja não deve ser desprezada ou condenada porque observa mais festivais do que outras. A recente abolição de dias de festas resultou apenas no seguinte: não se passa um ano sem que haja algum tipo de briga e discussão; o povo estava dividido ao ponto de desembainharem as suas espadas”.[2]
Em outro trecho ele escreve: “Quanto ao restante, meus escritos testemunham os meus sentimentos nesses pontos, pois neles declaro que uma igreja não deve ser desprezada ou condenada porque observa mais festivais do que outras. A recente abolição de dias de festas resultou apenas no seguinte: não se passa um ano sem que haja algum tipo de briga e discussão; o povo estava dividido ao ponto de desembainharem as suas espadas”.[2]
No Natal, os anjos celebraram. Nós também podemos celebrar. A
data é o menos importante. Seja no dia 25 de dezembro ou outro dia, festeje o
nascimento do Salvador.
Att, Rev. Luciano A. Betim
[1] Selected Works of John
Calvin: Tracts and Letters. Grand Rapids: Baker Book House, 1983.
[2] Selected Works of John
Calvin: Tracts and Letters. Grand Rapids: Baker Book House, 1983.

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