“Não terás outros deuses além de mim” (Êxodo 20:3 – NVI).
Martinho Lutero escreveu que idolatria “[...] não consiste
apenas em erigir uma imagem e adorá-la, mas está sobretudo, no coração das
pessoas, que anseiam por algo diferente e buscam ajuda e consolo nas criaturas,
nos santos ou nos demônios, e não em Deus [...]”.[1]
Para o reformador, idolatria é essencialmente “Aquilo a que
teu coração e tua confiança se apegam, isso de fato, é teu deus”.[2]
Portanto, continua Lutero, escrevendo como se Deus estivesse
falando, “Toma cuidado para que somente eu seja o teu Deus e não busques outro
em hipótese alguma [...] seja qual for a tua carência de coisas boas, espere-as
de mim, e busca em mim para supri-las, e quando sofreres infortúnios e
angustias, rasteja na minha direção e apega-te a mim”.[3]
Pense nisso.
Att, rev. Luciano A. Betim
[1]
LUTERO, Martinho. Clássicos da Reforma: Matinho Lutero: uma coletânea de
escritos. São Paulo: Vida Nova, 2017, p.287.
[2]
LUTERO, Martinho. Clássicos da Reforma: Matinho Lutero: uma coletânea de
escritos. São Paulo: Vida Nova, 2017, p.285.
[3]
LUTERO, Martinho. Clássicos da Reforma: Matinho Lutero: uma coletânea de
escritos. São Paulo: Vida Nova, 2017, p.285.

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