O orgulho de pertencer a uma determinada igreja, ou grupo
religioso deveria passar longe do povo de
Deus.
O Apóstolo Paulo aconselha: “[...] ninguém tenha de si mesmo
um conceito mais elevado do que deve ter; mas, pelo contrário, tenha um
conceito equilibrado, de acordo com a medida da fé que Deus lhe concedeu.” (Rm
12.3-NVI
É interessante a observação no livro “O que todo
presbiteriano inteligente deve saber”:
“Estamos conscientes de que a Igreja Presbiteriana do Brasil
não é uma igreja perfeita. Ela é constituída por pecadores [...] Se própria
Igreja Presbiteriana, através de sua confissão de Fé, afirma que ´igrejas mais
puras debaixo do céu estão sujeitas à mistura e ao erro’, seria um contra-censo
afirmar que ele é completa, rematada e sem defeito”. (NASCIMENTO, 2007, p.7).
Que isso nos sirva de aviso sobre a importância da humildade
“denominacional”. Há uma grande quantidade de pessoas que ao conhecer a “fé
reformada”, acabam pensar ter entrado numa espécie de “elite do povo de Deus”.
Ser Presbiteriana, Calvinista e Reformado não é o mesmo que
ser salvo: “Sabemos também que a nossa salvação é obra de Deus e não da igreja
que pertencemos [...] Portanto, se pertencêssemos a outra denominação
evangélica, seríamos igualmente salvos”. (NASCIMENTO, 2007, p.8)
O “cristão presbiteriano”, deve lembra-se sempre das
seguintes palavras: “Todos nós que alcançamos a maturidade devemos ver as
coisas dessa forma, e se em algum aspecto vocês pensam de modo diferente, isso
também Deus lhes esclarecerá”. (Cl 3.15-NVI).
Pense nisso.
Rev. Luciano A. Betim
REFERÊNCIAS
BÍBLIA. Português. Nova Versão Internacional (NVI). São
Paulo: Editora Vida, 2007.
MATOS, Carlos Nascimento. O que todo Presbiteriano
inteligente deve saber. Santa Barbara D’Oeste, SP: Socep, 2007.

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