Não se trata de uma sequência cronológica, mas os mesmos
temas reaparecem numa espécie de espiral, sempre culminando na “vinda / juízo”.
Observe:
1. Cristo está vindo com nas nuvens (a.7);
2. O juízo sobre os pecadores é iminente, enquanto os salvos
mortos estão diante de trono (6.16; 7.17);
3. Chegou o tempo de julgar os mortos (11.18);
4. A vinda do juízo é simbolizada pelo Juiz que ceifa a
terra (14.15, 16);
5. A ira de Deus é derramada como uma descrição do juízo
final (16.17-21);
6. Está descrição é ainda mais vívida como respeito ao
cavaleiro do cavalo branco que vem julgar com justiça e fazer guerra a seus
inimigos (19.11-21);
7. O juízo chaga a seu clímax quando os livros são abertos e
cada pessoa é julgada (20.11-15).[1]
Essa interpretação é denominada de “Paralelismo
progressivo”.
Att, Rev. Luciano A. Betim
[1]
KISTEMAKER, Simon. Comentário do Novo
Testamento: Apocalipse. São Paulo: Cultura Cristã, 2004, p.23.

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